A primeira coisa que busco conhecer ao desenvolver uma logo é a essência da marca. A partir desse conceito, começo a desenhar à mão pra ter ideias.
Assim tenho resultados mais rápidos, porque o desenho à mão (ainda que seja só um rascunho, sem muita exigência estética) flui melhor do que a tentativa de fazer um desenho legal e explorar diferentes soluções ao mesmo tempo, diretamente no computador.
Para mim, o papel é a ferramenta ideal para deixar fluir o pensamento e as ideias. Já o computador me ajuda no esmero da forma. Cada coisa tem o seu lugar.
Existe um conceito que vem do Neurodesign chamado “densidade proposicional”. Significa “comunicar o máximo de significado, com o mínimo de elementos gráficos”. Essa sempre é minha busca quando faço uma logo.
E no caso da Floratta fiquei bem satisfeita com o resultado.
O símbolo se parece ao mesmo tempo com um ramo e com uma montanha, onde há divisões de terra (como é o caso do loteamento). As folhas se parecem ao mesmo tempo com folhas e com o ícone de localização, utilizado em apps. Essa ambiguidade dá um sentido mais amplo e proporciona aquele momento “uau! olha o que eu achei aqui!” que é muito bem vindo em desenhos de marca.
Entregar uma marca que agrega conceitos em níveis superficiais e profundos ao mesmo tempo, preservando a simplicidade dos elementos gráficos é sempre o meu objetivo e fiquei feliz em ver isso no resultado desse trabalho.
Como é o seu processo de criação de logo?
Comenta aí, identidade visual é um desafio bem grande pra mim, vou flcar feliz em conhecer a sua experiência com esse tipo de trabalho.
Elize Garcia
Design Gráfico
Marketing Digital
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